Pilotos da PGA não vão ceder a ameaças inverosímeis por parte da companhia
Sexta, 17 Abril 2009 17:29

Os pilotos da Portugália dizem não "ceder a ameaças inverosímeis", após terem recebido uma carta de Luiz Lapa, administrador da companhia, na sequencia da greve decretada.

 

“Ao invés de dialogar com o SPAC e responder à última proposta que lhe foi enviada, refugia-se (Luiz Lapa) mais uma vez em falsidades e ameaças inverosímeis veiculadas à opinião pública”, diz o Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil.

O SPAC diz ainda que “aos jornalistas, o eng. Lapa diz que a greve '(…) foi decretada antes mesmo de se realizar qualquer reunião formal de negociações’. Aos Pilotos diz o oposto: ‘Depois de meses de aproximações e diálogo, a Companhia é confrontada com o recurso à greve (…)’ (in carta enviada aos Pilotos hoje, dia 17 de Abril).

Os pilotos dizem que já rebateram ponto a ponto a proposta da Portugália e que ainda não obteve resposta.

“Os pilotos sabem que a pressão é grande e vai aumentar. Sobretudo porque a administração da PGA quer fazer crer que o momento não é o melhor para fazermos greve. Mas os Pilotos sabem que nenhuma greve é oportuna. Sobretudo para as administrações”, acrescentam.

O SPAC conclui que “continua disponível, como sempre esteve, para concluir o processo negocial de um modo credível e responsável”.

Amanhã e domingo estão agendados os dois últimos dias de greve dos pilotos, agendados no pré-aviso de greve.